Les invitamos a leer

Marangoni, Nelson (caído en combate) y el Coronel Santos en Angola, en 1975. Foto de P.A. Marangoni

El amigo Pedro Marangoni ha colocado en su web un excelente trabajo sobre los comandos especiales portugueses en Angola en 1975 que le invitamos a leer. También llamamos la atención sobre los interesantes comentarios del lector Roberto, y la respuesta de Manchiviri a una pregunta hecha en el blog.

The friend Peter Marangoni has placed on her website an excellent job about the Portuguese comandos in Angola in 1975, we invite you to read. We also draw attention to the interesting comments from reader Robert, and Manchiviri response to a question on the blog.

6 Respuestas a “Les invitamos a leer

  1. Acabo de leer el trabajo del Sr. Marangoni sobre los Comandos Especiales Portugueses.
    Voy a estudiarlo en profundidad y confrontarlo con un libro, que acaba de caerme en las manos. Se trata de un mercenario británico (él mismo se da el título de mercenario) que fuera reclutado para combatir a las órdenes de Holdern Roberto (FLNA) en el norte de Angola.

  2. El libro al que me refiero lleva por título “No Mean Soldier” The story of the ultimate professional soldier in the SAS and other forces.
    El nombre del autor es: Peter McAleese.
    First published in Great Britain by Orion in 1993

  3. Antonio Manuel Otão Loureiro

    porquê chamar mercenários aos combatentes portugueses da coluna Norte, só porque tentaram evitar ue Angola fosse entregue aos comunistas do MPLA sem que houvessem eleições livres e democráticas??? eram homens das mais diversas classes sociais, não recebendo quaisquer quantias monetárias, no mínimo é injusto e enganador. Os homens do Coronel Santos e Castro combatiam livremente sobre essas condições, claro que andavam “encostados” ao Holdem Roberto porque era ele quem tinha apoios internacionais, mas mantinham a sua independência, tanto mais que o seu objectivo era dar-lhes formação militar para que passassem a ser o futuro exército regular angolano, mas infelizmente os militares comunistas que tomaram conta do poder em Lisboa, estavam demasiado comprometidos com o MPLA para mermitir que isso podesse ser possível, e foi pena, teriam sido evitados muitos milhares de mortos.

  4. Antonio Manuel Otão Loureiro

    senhor Manchiviri, tudo a seu tempo, quando um pequeno Grupo de Portugueses entraram no Norte de Angola sob o Comando do Coronel Santos e Castro, Angola ainda estáva sob a protecção de PORTUGAL, portanto nunca poderiam ser considerados Mercenários, até porque andavam a combater graciosamente com o objectivo de forçar a que o Governo Português tomasse a iniciativa de efectuar eleições livres e democráticas e só mais tarde, porque os militares portugueses comprometidos com os comunistas da URSS, fizeram o célebre Plano de Alvor para tapar os olhos `”rapaziada” e deram todas as condições ao MPLA e já quando as tropas do Coronel Santos e Castro retiravam para a República do Zaire, é que apareceram esses tais Mercenários Ingleses que nada tinham a ver com o Coronem Santos e Castro nem tão pouco estiveram juntos.

  5. Sr. Antonio Manuel Otão Loureiro,
    Mi comentário comienza diciendo que “acabo de ler el trabajo del Sr. Marangoni sobre los comandos especiales portugueses”. Más adelante digo que éste trabajo (el de Marangoni) voy a confrontarlo com el de un mercenário y aclaro que aquel que escribe el libro que voy a confrontar se refiere a si mismo como mercenário. No lo digo yo. Y en todo caso, es británico y no português.
    Para su información, vivo en Portugal hace más de 10 años y he estudiado la historia reciente a partir del golpe de estado del 25 de abril.
    Jamás he dicho que los militares portugueses hayan sido mercenários y tengo en gran estimación la memoria del Coronel Santos e Castro

  6. Antonio Manuel Otão Loureiro

    senhor Manchiviri, sou amigo pessoal de Pedro Marangoni, após o golpe se estado em Lisboa feito por militares que viria a saber-se posteriormente que eram comunistas e tal facto não me repugna, o que me repugna é tentar compreendar como é que pessoas dessas eram Oficiais das Forças Armadas e se mantinham no activo, só vejo uma resposta, eram gente que não tinham capacidades técnicas para arranjarem um emprego e sustentarem-se, como qualquer pessoa com caracter deveria ter feito.
    Em Junho74 fui para os Selous Scout da Rodésia onde vim a conhecer o Marangoni, eu português e ele Brasileiro e embarcamos com o Cor.Gilberto Campos para Angola, a independência viria a ser em 11SET75, só depois entraram os ingleses.

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