Cabinda, la guerra olvidada (4, final)

¿Los cubanos están de regreso?

Gabriel Nhemba (Pirilampo), un comandante del FLEC asesinado por las FAA el pasado 3 de marzo, hizo estas interesantes declaraciones tres años antes de su muerte, en enero de 2008:

Após decénios de intervenção militar em Angola e Cabinda, as tropas cubanas estão de regresso, denunciaram militares da resistência. Um importante contingente de soldados negros de Havana tem sido localizado no norte e centro de Cabinda.
«Cabinda é um inferno para os angolanos» afirmara o comandante Pirilampo (na foto) à PNN, revelando as dificuldades das tropas de Luanda a operarem em Cabinda, assim como da incapacidade de neutralizarem a resistência que multiplica as acções em todo o território.A frequência dos ataques registados no final de 2007, e a multiplicação das acções em Janeiro de 2008, ruíram os argumentos da pacificação de Cabinda avançados por Angola, pondo em causa a viabilidade da aplicação do Memorando de Entendimento agravado pelo cepticismo das empresas estrangeiras a investirem no território alegando «problemas de segurança».

Perante o fiasco militar Luanda decidiu apelar novamente ao apoio militar cubano, tal como acontecera durante a guerra da Independência angolana e a partir de 1974, quando Havana se investiu a apoiar os irmãos ideológicos comunistas, MPLA, que se confrontavam com a UNITA de Jonas Savimbi.Segundo o comandante «Pirilampo», desembarcaram Cabinda seis brigadas de cubanos «negros». O mesmo militar avança que as brigadas de cubanos chegaram a Tchiowa e foram imediatamente transferidos para Dinge sob o comando do general Wala, passando a operar nas áreas de Necuto, Miconje e Buco Zau.

«Pirilampo» afirma que o contingente que chegou ao território é composto por «velhos militares cubanos reforçados por jovens recentemente chegados de Cuba», nesses efectivos encontram-se também militares cubanos que garantiam a segurança do Palácio Presidencial em Luanda, «transferidos após as tensões e suspeitas» que recaem sobre o general Manuel Hélder Vieira Dias Júnior «Kopelipa», garantiu o mesmo militar da resistência em Cabinda.

Una respuesta a “Cabinda, la guerra olvidada (4, final)

  1. gustavo uzcategui tachira venezuela

    LOS CUBANOS FUERON LOS UNICOS Q AYUDARON A LOS ANGOLEÑOS

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